Guia de Ajuda

A Rota Vicentina é um projecto de turismo sustentável no SW de Portugal que integra uma rede de 750 km de trilhos pedestres, mais de 1000 km de percursos de BTT, uma vasta oferta de Actividades de Natureza, Cultura e Bem-Estar, e muito mais oferta ligada ao usufruto sustentável desta região.

A rede de empresas parceiras do projecto conhece bem estas ofertas e todos os detalhes para lhe dar apoio na organização e gestão da sua estadia na região e na Rota Vicentina.

Tudo o que precisa para planear a sua visita à Rota Vicentina está nos links em baixo:

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APP ROTA VICENTINA:

Descarregue a APP do projecto e leve consigo todas as ferramentas para usufruir ainda mais de todas as ofertas da Rota Vicentina

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O QUE FAZER?

Para além de caminhar, pedalar e relaxar, a rede de empresas parceiras da Rota Vicentina disponibiliza uma vasta oferta de Actividades de Natureza, Cultura e Bem-Estar, para todas as épocas do ano

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MAPA E GUIA DE CAMPO EM PAPEL

Estas são ferramentas úteis para planear a sua travessia, estudar alternativas, calcular distâncias até aos alojamentos e levar toda a informação no bolso. Preencha o formulário, faça o pagamento por PayPal, cartão de crédito ou transferência bancária e receba os Mapas e Guias em casa!

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PROGRAMAS EXPLORE:

Conheça as propostas que temos especialmente ajustadas à duração da sua estadia e ao seu perfil de viagem, uns itinerantes, outros temáticos e outros ainda assentes em experiências de um dia ou menos.

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COMO CHEGAR E DESLOCAR-SE NA REGIÃO

Dicas para chegar de carro, autocarro e comboio e deslocar-se na região de transporte público ou privado.

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MAPA INTERACTIVO:

Veja de forma intuitiva todos serviços turísticos à disposição e a sua localização relativamente aos trilhos pedestres e aos percursos de bicicleta

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TRANSFERES DE BAGAGENS E PASSAGEIROS:

Recorra aos nossos Transportes parceiros para aluguer de viatura ou serviço de táxi, transfere de passageiros ou de bagagens, entre pontos ao longo das etapas ou de/para a vila mais próxima. Consulte a Tabela de Distâncias que preparámos para si para conhecer as distâncias e o custo esperado entre as principais localidades na região

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CONTACTE UM ESPECIALISTA:

As Agências de Viagem e Operadores Turísticos parceiros da Rota Vicentina são empresas especializadas na organização de viagens com tudo incluído ou à medida. Pode ainda escolher entre diferentes actividades como: passeios com burros, passeios a cavalo, guias experientes a acompanhá-lo, passeios temáticos, aluguer de bicicletas ou apoio logístico para a sua caminhada.

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ONDE FICAR:

Consulte a lista com mais de 100 alojamentos parceiros, reserve directamente ou use o nosso motor de pesquisa para reservas automáticas via Booking.com. Recomendamos que planeie a sua viagem e reserve antecipadamente o seu alojamento, de forma a evitar problemas devido a falta de disponibilidade.

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RESTAURANTES E COMÉRCIO LOCAL:

Saiba o que deve provar e apreciar, durante a sua estadia ou mesmo antes de cá chegar.

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ONDE CAMINHAR:

Conheça o Caminho Histórico , o Trilho dos Pescadores e os Percursos Circulares , e combine-os de forma criativa e ajustada às suas expectativas e necessidades. Complemente a sua primeira escolha com algo inesperado, costa com áreas mais inóspitas, certamente sairá enriquecido desta experiência.

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DOWNLOADS:

Tudo o que precisa num só local: tracks GPS, descrições de etapa, excertos de mapas, etc

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ONDE PEDALAR:

Explore o sistema de trilhos para BTT que visita tanto a costa como o interior, percorrendo 5 Núcleos: Odemira, Colos, S. Teotónio, Santa Clara e S. Luís. Espreite também a oferta de Touring Bike ao longo da região e entre os aeroportos de Lisboa e Faro

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Se depois de explorar esta informação ainda restarem dúvidas, procure em baixo a resposta às suas questões consoante os seus interesses e perfil de viagem:

Quando percorrer os trilhos pedestres da Rota Vicentina?

A época recomendada pela Rota Vicentina para caminhar é entre Setembro e Junho. Nesta região, o Verão é muito quente, com temperaturas a subir acima dos 30º. Para além disso, as praias cheias não permitem desfrutar da beleza pura e selvagem da região, e os alojamentos obrigam a estadias mínimas de vários dias , tarifas são mais altas e muitos serviços de suporte têm pouca disponibilidade.

Os meses de Outono são geralmente muito amenos, com agradáveis temperaturas no mar e uma diminuição drástica na intensidade do vento. A partir do mês de Setembro, terá ainda muitas oportunidades para ir a banhos e irá experienciar uma região desafogada, depois da azáfama do Verão.

No Inverno as temperaturas não costumam descer abaixo dos 11º C durante o dia, sendo geralmente o período mais chuvoso do ano. Recomendamos vivamente que verifique as previsões meteorológicas perto da data de chegada à região e traga equipamento apropriado para a estação do ano (botas e casaco impermeável).

A partir de Março os dias solarengos intercalam com dias de aguaceiros e as temperaturas começam a subir. A paisagem renascida e a intensidade das cores e dos aromas, fazem da Primavera uma das melhores épocas do ano para visitar a região.

Onde posso adquirir mapas e guias do percurso, em papel?

Estão disponíveis mapas à escala de 1:50 000 com o detalhe do percurso e os recursos turísticos associados à rede Rota Vicentina, bem como Guias com descrições do percurso e informações acerca da região e do projecto.

Este material pode ser obtido directamente através da Associação Rota Vicentina  e na região, em alguns Postos de Turismo e junto da rede de parceiros.

Os trilhos pedestres podem ser feitos de bicicleta?

O Trilho dos Pescadores não é ciclável. Além de impossível, é perigoso e proibido. A proximidade das falésias, o piso com mais de 70% em areia solta e a natureza estreita dos trilhos, vai obrigá-lo a carregar a bicicleta às costas e a pisar a vegetação, na tentativa vã de progredir mais uns metros. A juntar a estes alertas que se prendem com o usufruto consciente e em segurança do Trilho dos Pescadores, junta-se o facto de não ser permitido, pelas leis do Parque Natural, circular fora de caminhos existentes (pistas de terra batida), onde se incluem os trilhos de pé posto que formam a rota costeira da Rota Vicentina.

Os restantes trilhos pedestres (que não segue ao longo da costa) podem ser feitos de bicicleta, mas sempre com a preocupação de não causar situações de insegurança para caminhantes.

Sugerimos que experimente o novo sistema de trilhos para BTT da Rota Vicentina. São mais de 1000 km de percursos com quatro graus de dificuldade, para todos os níveis de experiência. Saiba mais aqui 

Quantos dias necessito para percorrer toda a rede de trilhos pedestres da Rota Vicentina?

A Rota Vicentina é constituída por duas grandes rotas (GR), o Caminho Histórico e o Trilho dos Pescadores, e por 24 percursos circulares que somam um total de 740 km!.

A proposta é que seja criativo da escolha e distribuição dos percursos ou parte deles, consoante os seus objectivos, capacidade física e disponibilidade de tempo.

As duas grandes rotas estão divididas por etapas, que são meras sugestões e que variam entre 11 e 33 km. Ao fazer uma etapa por dia, necessitará de tantos dias quanto o número de etapas que formam a Rota Vicentina. Já os Percursos Circulares são mais curtos, podendo ir de 4 a 16 km de extensão.

Há caminhadas organizadas e/ou empresas que ofereçam esse serviço?

É importante distinguir o conceito de caminhada auto-guiada ou com guia, sendo que pode contar com empresas que organizam as suas férias de caminhada, que constituem grupos entre pessoas, que podem nem se conhecer, para partilharem o custo de um guia ou simplesmente tratando de toda a logística de transferes, refeições, e que no fundo se responsabilizam por toda a sua estadia.

Na área de Agências de Viagem e Operadores Turísticos encontra empresas especializadas na organização de viagens com tudo incluído e desenhado à medida. Conheça também os Programas pré-desenhados na secção Férias e Actividades .

Note que a Rota Vicentina não é uma empresa de animação turística, pelo que a sua vocação não é a organização de actividades com carácter comercial, mas antes a criação e manutenção dos caminhos e a organização da rede de prestadores de serviço para que esteja cada vez mais adaptada às necessidades deste mercado.

Organizamos no entanto Caminhadas de Voluntariado dedicadas à manutenção dos trilhos . Fique atento às nossas redes sociais e ao nosso site para conhecer o nosso calendário. Subscreva a Newsletter de Voluntariado .

Os trilhos pedestres da Rota Vicentina são adequados a pessoas de todas as idades e condições físicas?

Sim e não. A maior parte dos trilhos da Rota Vicentina, com excepção dos trilhos entre Lagos e o Cabo de S. Vicente, é acessível a quase todas as pessoas, na medida em que os trajectos não apresentam um grau de dificuldade elevado, sendo o maior desafio a sua extensão. É importante no entanto esclarecer de que se trata de uma actividade física, pelo que algum grau de preparação/condição física é necessário para uma experiência positiva.

Se nunca caminhou 20 km num dia, certamente irá ficar cansado e com algumas dores musculares, mas essa é um sensação que faz parte da experiência. Pessoas com mais idade, doença, problema físico ou muscular, deverão ter em conta as indicações do seu médico e o seu instinto, antes de partir numa destas caminhadas. Menores deverão ser acompanhadas pelos pais ou alguém responsável.

Não caminhar em dias de calor é obrigatório para crianças e adultos sem experiências semelhantes.

Trilho dos Pescadores não é recomendado a quem tenha vertigens ou medo de alturas.

Há cuidados especiais a ter no Trilho dos Pescadores?

Obrigada antes de mais pela sua preocupação! Sim, tratando-se de um trilho em pleno Parque Natural, há vários cuidados obrigatórios para que o possamos preservar acessível a pescadores, residentes e visitantes, livre de lixo, erosão, danos na vida animal e vegetal e prejuízo para os proprietários e vizinhos. Consulte a secção de Regras e Recomendações  da página do Trilho de Pescadores e ajude-nos a cuidar de um dos trilhos costeiros mais bonitos do mundo!

 

Trilho dos Pescadores não é recomendado a pessoas com vertigens ou medo de alturas, e há que ter um cuidado redobrado com crianças, especialmente se forem pequenas ou particularmente agitadas. Ainda que haja pequenos troços mais afastados da linha de costa, eles são intermitentes com outros que serão particularmente desafiantes para estas pessoas.

 

Pretendo realizar o Trilho dos Pescadores, mas tenho vertigens e medo das alturas. É realmente perigoso e não recomendado a pessoas como eu? Poderiam dizer-me quais são as partes mais complicadas? Há forma de contornar as zonas mais difíceis? É que não encontro fotos na net com os locais mais “perigosos” para avaliar a situação.

Todo o Trilho dos Pescadores não é recomendado a pessoas com vertigens ou medo de alturas, pelo que sugerimos que opte por percorrer o Caminho Histórico, na certeza de que o problema das vertigens não se colocará e terá igualmente uma experiência de caminhada reveladora da essência desta região costeira.

As fotografias não conseguem revelar os locais mais “perigosos”, uma vez que as vertigens se revelam no terreno e perante um variado leque de situações, conforme a pessoa. Uma coisa é certa, por cada etapa haverá sempre momentos que causam desconforto, retiram a confiança e tornam o que deveria ser um dia de prazer na natureza, num dia de aflição, na incerteza do próximo troço mais complicado.

De forma a evitar o seu desconforto vai sentir a tentação de se desviar do trilho, pisando a vegetação, subindo dunas e optando por outros caminhos, quando a marcação do percurso para além de visar a orientação dos caminhantes tem como objectivo estratégico ordenar o tráfego de pedestres e proteger do pisoteio descontrolado uma zona extremamente sensível e em pleno Parque Natural, criando uma alternativa única.

As consequências são portanto evidentes. A nossa sugestão é que opte pelo Caminho Histórico e combine com algumas incursões ao litoral, visitando as praias e aldeias costeiras.

Posso fazer caminhadas sozinho?

Esta é uma zona tranquila, no entanto recomendamos que caminhe sempre com alguém, sobretudo como forma de prevenção na eventualidade de quedas ou entorses.

De igual forma deve estar sempre alerta e informar a família, amigos ou o proprietário do seu alojamento acerca do seu itinerário, na eventualidade de algo suceder.

Qual o equipamento indicado para caminhar na Rota Vicentina?

Sempre que caminhar, opte por trazer roupa leve e confortável e uma mochila pequena para um dia de caminhada. Use sempre sapatos/ténis ou botas de caminhada já bem usados e ajustados ao seu pé, para evitar bolhas e dor nas articulações.  Não aconselhamos o uso de chinelos ou sandálias que não sejam próprias para caminhada, uma vez que não dão qualquer suporte no tornozelo, nem protecção de rochas, vegetação ou areia.

Em dias de chuva deverá trazer sempre consigo um impermeável e uma muda de roupa, no caso de se molhar.

 

Um bastão de caminhada pode também ser útil, na medida em reduz o impacto da marcha nos joelhos e articulações e facilita subidas e descidas íngremes. A partir de Maio não se esqueça do fato de banho e de uma toalha pequena. Há praias, barragens, lagos, pegos, poças e piscinas.

O que devo levar na mochila para um dia de caminhada?

Traga sempre chapéu, protector solar, água (1.5 L no mínimo) e mantimentos (fruta, sandes, doces) e um telefone para situações de emergência. Máquina fotográfica, bloco de notas, algum dinheiro, mapas, GPS e binóculos, são também úteis. Um kit de primeiros socorros com pensos, ligaduras, desinfectante, pé e joelho elástico é também importante trazer consigo. Faça um esforço para não carregar nada supérfluo, o peso da mochila é determinante para o conforto do caminhante, especialmente depois dos primeiros quilómetros.

É possível adquirir água e mantimentos ao longo do percurso?

O ideal será preparar-se antes da partida e levar consigo água e mantimentos para o dia de caminhada, uma vez que nem todas as etapas atravessam localidades com oferta de cafés e/ou mercearias.

Na maior parte dos pontos de início e final de etapa, não terá problema em adquirir mantimentos. Consulte as páginas de etapa do percurso, para indicações exactas dos locais de abastecimento disponíveis em cada etapa.

Posso trazer o meu cão?

Pode trazer o seu cão, mas recomendamos tê-lo sempre preso pela trela, o que dificilmente se ajusta ao Trilho dos Pescadores. Esta orientação prende-se com a protecção da vida selvagem, com o pisoteio livre e com inevitáveis encontros com gado e cães pastores. Não se esqueça também de limpar os dejectos do seu cão para garantir que os trilhos se mantêm limpos.

Recomendamos que procure alojamentos parceiros da Rota Vicentina que permitam a presença de animais. No nosso site, na página individual de cada um dos alojamentos procure o critério “Detalhes/Características”, onde é mencionada a possibilidade de aceitar animais. Não deixe de entrar em contacto com cada alojamento para conhecer melhor as regras e/ou custos específicos de ter o seu animal junto de si.

Existe a possibilidade de encontrar cães pelo caminho?

Embora seja raro, há sempre o risco de encontrar gado ou um cão ao longo do caminho. Normalmente são mansos e habituados a caminhantes, no entanto alguns podem tornar-se demasiado protectores do gado ou do território.

Por isso, recomendamos que leve um pau ou pedra para assustar e manter à distância o cão.

Se tem medo de cães e vai caminhar sozinho, recomendamos algum treino prévio de interacção com estes animais.

Posso caminhar a Norte de Santiago do Cacém?

A Rota Vicentina não dispõe de informações sobre outros percursos pedestres que não os da responsabilidade da Rota Vicentina, que terminam em Santiago do Cacém.

As duas Grandes Rotas devem ser feitas de forma obrigatória de Norte para Sul?

O sentido dado é meramente indicativo. Tanto o Trilho dos Pescadores como o Caminho Histórico estão integralmente sinalizadas nos dois sentidos.

Os trilhos da Rota Vicentina estão bem sinalizados?

A Rota Vicentina está muito bem sinalizada! Pode encontrar o código de sinalética de cada percurso aqui.

A sinalética é constantemente revista, nomeadamente durante as caminhadas de manutenção e voluntariado .

Caso tenha caminhado em algum trilho da Rota Vicentina e tenha reparado numa falha, não hesite em entrar em contacto connosco .

É necessário pagar para fazer os trilhos da Rota Vicentina?

Todos os trilhos pedestres, assim como os trilhos de BTT, são de livre acesso.

Quando fazer os percursos de BTT da Rota Vicentina?

A Rota Vicentina não recomenda que se façam actividades de elevado esforço físico entre os meses de Junho e Setembro, tendo em conta as temperaturas elevadas que se fazem sentir na região. O resto do ano é propício já que o clima é ameno, com dias solarengos a alternarem com alguma chuva no Inverno.

Por onde passam os percursos BTT da Rota Vicentina?

A rede de percursos BTT foi desenvolvida inicialmente apenas no Concelho de Odemira, no Alentejo – que é de resto o maior concelho do país! Todos os percursos partem de uma das 5 localidades chamadas de Núcleos – Odemira (link para o núcleo), São Teotónio (link para o núcleo), São Luís (link para o núcleo), Santa Clara-a-Velha (link para o núcleo) e Colos (link para o núcleo) – e regressam ao seu ponto de partida. Pretende-se no futuro ampliar a rede para todo o território onde actualmente passam os trilhos pedestres.

Onde posso fazer o download do GPS dos percursos?

Os tracks de todos os percursos estão disponíveis por GPS no nosso site e na App Rota Vicentina.

Posso fazer ligações entre percursos?

Sugerimos cerca de 43 percursos, no entanto as combinações entre eles são intermináveis.  Experimente criar as suas próprias ligações, consoante os seus interesses e expectativas, na App Rota Vicentina.

Posso fazer os percursos em ambos os sentidos?

Os percursos de BTT da Rota Vicentina são de um só sentido, de acordo com as características técnicas de cada um e as condições de segurança dos BTTistas e possíveis caminhantes. Conheça melhor os trilhos e siga sempre o sentido correcto. Consulte os percursos no Mapa Interativo (link) e no App Rota Vicentina.

Os percursos de BTT da Rota Vicentina são adequados a pessoas de todas as idades e qualquer nível de experiência?

Os percursos de BTT estão organizados em quatro níveis de dificuldade de forma a contemplar todos os tipos de praticantes, desde iniciantes e praticantes com muita experiência. Cada nível tem uma cor para facilitar essa identificação, sendo VERDE (Fácil), AZUL (Moderado), VERMELHO (Difícil) e PRETO (Muito Difícil). Conheça as características técnicas de cada um e escolha os percursos adequados à sua condição física e técnica, e à qualidade da bicicleta.

Os percursos estão marcados no terreno?

Todos os percursos Verdes, Azuis e alguns trilhos Vermelhos selecionados estão marcados no terreno. Apenas os percursos Pretos, para praticantes com elevada experiência e resistência física, estão disponíveis apenas em GPS. Cada percurso possui um número de identificação e uma cor referente ao seu grau de dificuldade. Escolha um percurso e esteja atento às marcações no terreno, seguindo o número escolhido.

Posso fazer percursos de BTT sozinho?

A maioria dos circuitos percorrem extensas zonas com rara presença humana e sem cobertura da rede móvel. Informe familiares e/ou amigos do percurso que vai fazer, em especial o seu alojamento, e registe o nº de telefone do alojamento e de apoio do Centro de BTT para eventuais percalços (+351 283 327 669).

Há passeios de BTT organizados e/ou empresas que ofereçam esse serviço?

Pode contar com empresas que organizam passeios e até férias de bicicleta. Na área de Agências de Viagem e Operadores Turísticos encontra empresas especializadas na organização de viagens com tudo incluído ou à medida. Conheça também os Programas Rota Vicentina na secção Férias e Actividades

Onde posso adquirir mapas dos percursos, em papel?

Prevemos brevemente disponibilizar um mapa em papel à escala de 1:50.000 com o detalhe dos percursos, a localização das bike stations, serviços bike friendly e Centro de BTT, para além dos recursos turísticos associados à rede Rota Vicentina.

Qual o equipamento indicado para fazer os percursos de BTT da Rota Vicentina?

O uso do capacete é obrigatório, e recomendamos a utilização de luvas e óculos. Leve consigo água e os mantimentos necessários (fruta, sandes) e verifique as páginas dos percursos e a indicação exacta dos pontos de apoio.

O que devo levar na mochila para um dia de BTT na Rota Vicentina?

Traga sempre capacete, luvas, óculos, protector solar, água e mantimentos. Um telemóvel e algum dinheiro são também úteis. Verifique os pontos de apoio e abastecimento antes de realizar o percurso.

Todos os percursos Verdes, Azuis e alguns Vermelhos estão marcados no terreno. Se decidir fazer um percurso Preto – que não estão marcados -, faça download dos tracks necessários e leve consigo o telemóvel com o App Rota Vicentina ou o equipamento GPS. Escolha o seu percurso de acordo com o ponto de partida escolhido, seja Odemira (link para o núcleo), São Teotónio (link para o núcleo), São Luís (link para o núcleo), Santa Clara-a-Velha (link para o núcleo) e Colos (link para o núcleo), ou crie o seu próprio percurso na App Rota Vicentina.

É possível adquirir água e mantimentos ao longo do percurso?

Recomendamos que tenha sempre consigo água e mantimentos, além de verificar a indicação exacta dos pontos de apoio do percurso escolhido. Nos núcleos onde começam os trilhos – Odemira (link para o núcleo), São Teotónio (link para o núcleo), São Luís (link para o núcleo), Santa Clara-a-Velha (link para o núcleo) e Colos (link para o núcleo) – tem estações de serviço com água para as bicicletas.

Onde posso alugar uma bicicleta de BTT?

Algumas Agências de Viagem e Operadores Turísticos parceiros da Rota Vicentina têm bicicletas para alugar e recomendamos que os contacte directamente para conhecer as condições de aluguer e as bicicletas disponíveis. Consulte também a área de Férias e Actividades , onde encontrará empresas especializadas na organização de passeios ou mesmo férias de bicicleta.

Existem locais com serviços bike friendly ao longo dos percursos?

Ao longo do sistema de trilhos para BTT da Rota Vicentina, encontrará uma rede de apoio, incluindo bike stations e serviços bike friendly. Veja a sua localização no mapa interactivo (link) do nosso site e na App Rota Vicentina.

Na área Alojamento , consulte os equipamentos considerados bike friendly, que apresentam condições para a lavagem, reparação e parqueamento seguro das bicicletas, além da possibilidade de lavagem das roupas de ciclistas, bem como os alojamentos que apresentam estações de serviço para a manutenção de sua bicicleta.

Existem bike stations ao longo dos percursos?

Existe um Bike Center/Centro de BTT no núcleo de Odemira (link página Centro BTT), com uma estação de serviço para a lavagem e a reparação de bicicletas, além do abastecimento de água para consumo. Os demais núcleos da rede também apresentam uma estação de serviço. Veja a sua localização no mapa interactivo (link) do nosso site e na App Rota Vicentina

Existe algum bike centre ao longo dos percursos?

Os percursos são partilhados com caminhantes?

A maior parte dos percursos não coincide com os trilhos pedestres da Rota Vicentina, mas existem troços partilhados com caminhantes. Ceda-lhes sempre a prioridade e tenha muita atenção à possibilidade de cruzamento e à segurança de todos.

Os percursos são partilhados por outros veículos que não bicicletas?

Alguns troços são partilhados com outros veículos. Respeite sempre o código da estrada, mesmo em caminhos rurais, pois pode haver vias de acesso de sítios particulares da comunidade local. Caso passe por alguma cancela, certifique-se de a fechar novamente.

Como posso encontrar o caminho mais curto para o alojamento escolhido?

Consulte o nosso mapa interactivo (link) para conhecer todos os alojamentos e outras empresas parceiras da Rota Vicentina ao longo da rede de percursos. Verifique as ligações aos alojamentos e não deixe de lhes perguntar directamente qual a melhor opção.

Onde posso ver a oferta de Actividades da Rota Vicentina?

Consulte o nosso Mapa Interactivo (link) assim como a secção Férias e Actividades para conhecer a oferta de Actividades de Natureza, Cultura e Bem-Estar. Aqui encontrará programas de Actividades que vão de algumas horas a vários dias, com ou sem alojamento incluído.

Quando fazer os actividades propostas pela Rota Vicentina?

Existem opções de actividades para todas as alturas do ano. Recomendamos que não escolha actividades que exigem maior esforço físico durante o Verão. Use chapéu, protector solar e beba muita água se fizer alguma actividade ao ar livre nos meses mais quentes, entre Junho e Setembro. Se tiver alguma dúvida, contacte directamente a empresa da actividade que escolher

A quem se dirigem estas actividades?

Existem opções de actividades para todos os gostos e preparações físicas. Veja a secção Férias e Actividades para conhecer todas as ofertas e contacte directamente a empresa da actividade que escolher se tiver alguma dúvida ou precisar de um serviço mais personalizado

Há programas organizados dedicados a uma só actividade ou que conjuguem várias?

Na secção Férias e Actividades conhecerá os programas Explore da Rota Vicentina. Aí encontrará programas que vão de algumas horas a vários dias, com ou sem alojamento incluído.

Há actividades para crianças?

Existem opções de actividades para todas as idades, assim como para famílias. Veja a secção Férias e Actividades para conhecer todas as ofertas e contacte directamente a empresa da actividade que escolher se tiver alguma dúvida ou precisar de um serviço mais personalizado para as crianças.

Note que, se uma das actividades escolhidas for uma caminhada guiada no Trilho dos Pescadores, crianças com menos de 12 anos devem ser vigiadas de perto, já que o caminho passa muitas vezes perto das falésias

Há actividades para quem viaja sozinho ou só para grupos?

Na secção Férias e Actividades e nas páginas individuais de cada empresa, encontrará o número mínimo de participantes. Muitas actividades aceitam apenas uma pessoa, outras trabalham com grupos. Se tiver alguma dúvida, contacte directamente a empresa

Como posso me envolver no Voluntariado da Rota Vicentina?

– Participando num dos nossos eventos

– Adoptando um trilho como Padrinho ou Madrinha

– Integrando as nossas actividades de conservação ambiental

Pode desde já inscrever-se para fazer parte da nossa lista de voluntários e receber todas as novidades da nossa Área de Voluntariado na Rota Vicentina.

Como é que posso ter conhecimento das Acções de Voluntariado da Rota Vicentina?

Subscrevendo a Newsletter dedicada ao voluntariado



ou consultando regularmente as nossas redes sociais e o nosso site (link).

Qual é o custo de participação nas Acções de Voluntariado da Rota Vicentina?

A participação nas Acções de Voluntariado da Rota Vicentina é gratuita, basta inscrever-se.

Preciso de ter algum tipo de experiência anterior?

Não. Inscreva-se independentemente do seu nível de experiência.

Como posso participar numa das Acções de Voluntariado da Rota Vicentina?

Consulte o nosso calendário de eventos , inscreva-se no programa que preferir e aguarde o nosso email com mais informações

Quais são as tarefas dos grupos de voluntários?

Os grupos de voluntários podem ser encarregues de monitorizar a qualidade dos trilhos, reforçar a pintura da sinalética ou colocar postes de sinalização, remover plantas invasoras, recolher lixo nos trilhos ou praias, integrar campanhas de sensibilização ambiental e aplicar questionários aos caminhantes.

O que é que preciso de levar?

A Rota Vicentina disponibiliza ferramentas e equipamento de segurança (mas se puder trazer as suas próprias luvas e um saco para a recolha do lixo, nós agradecemos!)

Para qualquer actividade em que participe por favor traga botas, roupa apropriada e um chapéu. Para certas actividades recomendamos o uso de calças e de mangas compridas.

Traga sempre mantimentos, nomeadamente água e um lanche.

Posso levar o meu cão??

Pode, se for um cão sem instinto de caça, disciplinado e estiver de trela; o dono deve responsabilizar-se por ele e apanhar os seus dejectos, deixando o trilho limpo.

Porque é que no Verão não há Acções de Voluntariado da Rota Vicentina?

A época recomendada de caminhadas é entre Setembro e Junho, tendo em conta as temperaturas elevadas que se fazem sentir na região. O mesmo princípio se aplica para às acções de voluntariado.

Quem pode ser Padrinho ou Madrinha?

Qualquer pessoa, família, grupo, associação ou empresa que assuma a responsabilidade de gerir e manter uma etapa da Rota Vicentina de forma regular. Comece por se inscrever como voluntário.

Quais são os deveres de um Padrinho ou Madrinha?

Conhecer a pé a etapa apadrinhada, caminhando-a pelo menos uma vez, com a única preocupação de fazer um reconhecimento do percurso e familiarizar-se com a sinalética instalada

Conhecer a metodologia de marcação utilizada na Rota Vicentina

Percorrer a etapa apadrinhada na íntegra, pelo menos 2 vezes por ano – em final de Fevereiro e início de Setembro (se necessário por fases), com os seguintes objectivos:

Reforçar a pintura das marcações
Cortar vegetação que esteja a tapar alguma marca
Fazer um levantamento da sinalética/infra-estruturas danificadas ou em falta, zonas que necessitem de intervenções/melhorias/corte de mato, entre outros aspectos a melhorar
Elaborar um breve relatório, acompanhado por fotografias, na sequência de cada acção de monitorização para envio ao Coordenador da Rota Vicentina

Acompanhar a caminhada anual de manutenção aberta à comunidade realizada na etapa apadrinhada
Apoiar o Coordenador da Rota Vicentina em acções pontuais, previamente agendadas
Resolver questões pontuais de manutenção, ou estabelecimento de contactos com proprietários, a pedido do Coordenador
Funcionar como elo de ligação entre a comunidade local e a Rota Vicentina
Garantir o apadrinhamento da etapa escolhida pelo período de 1 ano. Em caso de impossibilidade, ou na eventualidade de não poder renovar por mais 1 ano, colaborar na procura de uma alternativa

Onde posso encontrar o alojamento disponível ao longo dos percursos?

Consulte a secção Alojamento, onde encontra as empresas parceiras do projecto. Ao reservar connosco, está a garantir o seu contributo e a qualidade do nosso trabalho. A sua escolha faz toda a diferença!

Na página de cada alojamento pode facilmente aceder ao Mapa Interactivo e ver a localização exacta do alojamento face ao traçado da Rota Vicentina. Outra opção é seguir as nossas sugestões nas páginas de cada etapa e escolher entre os alojamentos mais perto. Em alternativa explore o Mapa Interactivo, de onde é possível aceder a toda a oferta turística disponível.

Recomendamos especial atenção à caracterização que preparámos, nomeadamente no que se refere a estadias mínimas, línguas faladas, serviços e extras, sugestões de programas, calendário de abertura, etc., para que encontre exactamente aquilo que procura. Conte também com serviço de transferes de passageiros e bagagens disponibilizado por alguns alojamentos, opção que deverá ser solicitada no momento da reserva.

Se não encontrou o que procura, poderá obter uma lista de todos os alojamentos licenciados na região, por Concelho, disponível no site de cada um dos 5 municípios do Sw de Portugal, com indicação dos contactos e site, para reservas e outras informações: SinesSantiago do CacémOdemiraAljezur Vila do Bispo.

Qual a vantagem de reservar através do website da Rota Vicentina?

Desde o nascimento da Rota Vicentina, foram as empresas – e em particular os alojamentos – que mais investiram para que ela seja o que é hoje e só por isso, acreditamos que merecem a sua preferência. São mais de 100 alojamentos que certamente lhe oferecem variedade suficiente. Se fizer a sua reserva através de formulário de contacto, todo o valor da reserva fica no alojamento, sem comissões ou intermediários. Mas se prefere uma plataforma global como a Booking.com, use a caixa de pesquisa integrada neste site e uma parte da comissão paga pelo alojamento reverterá para a Rota Vicentina.

Convém reservar com antecedência, ou posso decidir a cada dia onde ficar?

A nossa recomendação é que planeie a sua viagem com antecedência e faça a reserva antecipada, de forma a evitar ficar sem alojamento.

Contacte os nossos alojamentos parceiros directamente, estará a contribuir para o projecto Rota Vicentina e pode inclusive solicitar serviços extra como transferes, piqueniques, refeições ou qualquer outra necessidade especial.

Posso acampar ao longo do percurso?

O Trilho dos Pescadores encontra-se dentro do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, por isso é proibido acampar, passar a noite, fazer fogueiras, deixar lixo, recolher lenha, ou realizar quaisquer outras actividades que perturbem a natureza e o espaço envolvente. Respeite a natureza a ajude-nos a preservar o Trilho dos Pescadores por muitos e bons anos!

No Caminho Histórico, não existem áreas designadas para acampar, no entanto pode pedir autorização ao proprietário do terreno para colocar a sua tenda.

Na região, os parques de campismo estão normalmente situados ao longo da costa. Conheça as ofertas parceiras da Rota Vicentina na secção de Alojamentos

Existem programas de férias temáticas que incluem alojamentos?

Sim, consulte a área Férias e Actividades , onde encontrará programas que vão de algumas horas a vários dias, com ou sem alojamento incluído

Existem alojamentos que aceitem grupos?

A maioria dos alojamentos nesta região é pequena e familiar. No entanto, e dependendo do tamanho do grupo, poderá encontrar alojamentos que alberguem o grupo todo. Na área dos Alojamentos , mais precisamente na página individual de cada empresa, terá a indicação da sua capacidade.

Note que grupos grandes exigem uma maior antecedência na reserva dos quartos. Sobretudo se planear viajar no Verão, contacte o alojamento alguns meses antes.

Em alternativa procure no nosso mapa interactivo alojamentos próximos, para que o grupo, apesar de separado, possa ter os elementos próximos uns dos outros.

Posso utilizar a rede de transportes públicos existentes na região?

A rede de transportes públicos regionais não responde à maioria das necessidades, mas considere a rede nacional de expressos para se deslocar.

Conte ainda com os nossos táxis parceiros (+/-1€/km incluindo ida e volta). A Tabela de Distâncias Rota Vicentina  é uma ferramenta útil, que lhe permite ter uma noção das distâncias e custos entre os principais pontos na região e organizar as suas deslocações.

Não deixe também de consultar as indicações em Como Chegar.

Alguns aspectos a ter em conta:

Os locais de aquisição de bilhetes nem sempre são evidentes (cafés, lojas..), pelo que terá de se informar localmente, sendo por vezes necessário fazê-lo com um dia de antecedência. No caso da Rede Expressos, poderá também ter dificuldade em comprar o bilhete directamente no autocarro.

Ao fazer a sua pesquisa de horários de autocarros na internet, tenha em conta que apenas são disponibilizados horários com 14 dias de antecedência da data da viagem. Veja qualquer outra data coincidente com o dia da semana em que vai viajar e veja os horários disponíveis.

Existe um serviço de transfer de bagagens e passageiros?

Sim. A maioria dos alojamentos disponibiliza o serviço de transfere de bagagens e passageiros, por meios próprios ou através de Transportes Parceiros, pelo que necessita apenas de solicitar este serviço no momento da reserva.

Pode também solicitar o serviço directamente aos Transportes Parceiros da Rota Vicentina.

O site da Rota Vicentina é acessível?

Sim

A Rota Vicentina é acessível?

A Rota Vicentina tem-se esforçado para apresentar uma oferta direccionada a pessoas com necessidades especiais. Conheça melhor a acessibilidade da Rota Vicentina aqui

A rede de empresas parceiras tem ofertas de turismo acessível?

Algumas empresas parceiras da Rota Vicentina já têm ofertas para pessoas com necessidades especiais. Recomendamos no entanto que, antes de vir, contacte directamente as empresas já que estas estão disponíveis para personalizar a sua oferta tendo em conta as necessidades especificas do visitante.

Os trilhos pedestres podem ser feitos por pessoas com necessidades especiais?

Estamos actualmente no processo de identificação de trilhos que podem ser feitos por pessoas com necessidades especiais. Esperamos conseguir divulgar brevemente uma lista de percursos acessíveis.

Existem bicicletas adaptadas para alugar?

Por enquanto ainda não existem, na rede de parceiros da Rota Vicentina, a possibilidade de aluguer deste equipamento. No entanto, este serviço está nos planos de várias  empresas da região que esperam brevemente poder oferecê-lo.

Existem Actividades de Natureza, Cultura e Bem Estar para pessoas com necessidades especiais?

Algumas Actividades oferecidas pela rede de parceiros da Rota Vicentina podem ser adequadas a pessoas com necessidades especiais, dependendo da sua exigência. Recomendamos que, após consulta do nosso mapa interactivo, consulte directamente as empresas de Actividades para uma definição mais concreta das possibilidades.

Vou conseguir levantar dinheiro sem dificuldades?

Sim. Encontra máquinas multibanco em quase todas as localidades com início/final de etapa ao longo Rota Vicentina.

Como é o clima?

Os meses de Setembro a Junho são os recomendados para percorrer a pé os trilhos da Rota Vicentina e para as actividades mais exigentes do ponto de vista físico, como é o caso dos percursos de bicicleta.

Toda a época de Verão e em particular os meses de Julho e Agosto, quando está maior calor, não é a época aconselhada para grandes caminhadas ou percursos de bicicleta. No entanto, temos várias actividades oferecidas pela nossa rede de empresas que podem preencher os dias mais quentes

Para obter uma previsão mais concreta sobre o tempo, recomendamos que verifique as previsões com um ou dois dias de antecedência à sua viagem.

No IPMA – Instituto Português do Mar e da Atmosfera – pode ter acesso a uma previsão de dez dias.

Se já está a preparar a sua visita à Rota Vicentina veja as nossas sugestões para aproveitar ao máximo a sua viagem

Existem carraças na região abrangida pela Rota Vicentina?

Sim, a Rota Vicentina passa por zonas de campo, onde o gado pasta e onde é frequente encontrar carraças entre a Primavera e o final do Outono. Estas estão não só no chão, como nas árvores. Recomendamos que, ao final do dia, verifique se não tem nenhuma carraça agarrada ao corpo. Se sentir algo fora do normal, como febre, dirija-se a um centro de saúde.

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