Trechos – Chegada do comboio a Lagos 1922-2022
Por Questão Repetida com o apoio da DGArtes, CM Lagos, Turismo do Algarve, IP e Docapesca
EXPOSIÇÕES DE FOTOGRAFIA “TRECHOS – CHEGADA DO COMBOIO A LAGOS 1922-2022”
Pouca Terra, Pouca Terra…, de Andrea Inocêncio AKA malandr(e)a – Docapesca
Pouca terra, Pouca terra...| Andrea Inocêncio: As minhas férias durante o verão foram, desde que nasci, passadas em família no Algarve. Os meus avós maternos eram algarvios. Depois, em adulta, comecei também a passar umas temporadas fora da época alta, quando o trabalho me permitia fazê-lo de forma independente. A questão do uso de transportes públicos para chegar ao Algarve, é uma situação que me acompanha já há anos. Encontrar a forma de viajar mais rápida, confortável e económica. O uso de viatura própria tem prevalecido pelos horários, conforto e necessidade de me poder deslocar a outras zonas, apesar dos custos bastante mais elevados. Não tendo problemas de horários, nem a necessidade de me deslocar, tenho optado pelo autocarro, apesar do comboio ser mais confortável. O autocarro fica a 5 minutos a pé da casa no Algarve, é mais económico, tem mais horários, e faço transbordo uma só vez. De comboio, é necessário fazer transbordo uma, duas ou — saindo da Figueira da Foz — mesmo três vezes. É mais caro que o autocarro, tem menos horários, e é preciso que alguém que me vá buscar à estação — que fica a uns quantos quilómetros de casa. A minha proposta artística, irá basear-se nalgumas destas problemáticas — agora, mais especificamente associadas à viagem de comboio até Lagos.
Pouca Terra, Pouca Terra…, de Andrea Inocêncio AKA malandr(e)a – Docapesca
Pouca terra, Pouca terra...| Andrea Inocêncio: As minhas férias durante o verão foram, desde que nasci, passadas em família no Algarve. Os meus avós maternos eram algarvios. Depois, em adulta, comecei também a passar umas temporadas fora da época alta, quando o trabalho me permitia fazê-lo de forma independente. A questão do uso de transportes públicos para chegar ao Algarve, é uma situação que me acompanha já há anos. Encontrar a forma de viajar mais rápida, confortável e económica. O uso de viatura própria tem prevalecido pelos horários, conforto e necessidade de me poder deslocar a outras zonas, apesar dos custos bastante mais elevados. Não tendo problemas de horários, nem a necessidade de me deslocar, tenho optado pelo autocarro, apesar do comboio ser mais confortável. O autocarro fica a 5 minutos a pé da casa no Algarve, é mais económico, tem mais horários, e faço transbordo uma só vez. De comboio, é necessário fazer transbordo uma, duas ou — saindo da Figueira da Foz — mesmo três vezes. É mais caro que o autocarro, tem menos horários, e é preciso que alguém que me vá buscar à estação — que fica a uns quantos quilómetros de casa. A minha proposta artística, irá basear-se nalgumas destas problemáticas — agora, mais especificamente associadas à viagem de comboio até Lagos.