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Usando como ponto de partida o livro de José Saramago, «Uma Terra Chamada Alentejo» os jornalistas concordam com o Nobel português da literatura, quando este diz que nesta região, “a coisa mais abundante é a paisagem”. Mas não se ficam por aí.

Para os jornalistas Carmen Rolle e Giorgio Marchiori, esta “costa selvagem” é um “refúgio para a mente”, onde se faz um “turismo novo” e “eco-sustentável”. Beleza natural, cultura, gastronomia, silêncio, tranquilidade, natureza. De vários elementos se fez esta viagem não só pedestre, como dos sentidos e das emoções.

Os dois jornalistas percorreram várias etapas do Caminho Histórico e do Trilho dos Pescadores, caminhando de Porto Covo até ao Cabo de S. Vicente e experimentando várias actividades de natureza como canoagem, surf ou escalada, numa viagem completa pela Costa Alentejana e Vicentina, que comparam à Califórnia Atlântica.

Ao longo do artigo, que resultou de um apoio da ARPTA – Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo e da ATA – Associação de Turismo do Algarve, os jornalistas destacam vários alojamentos parceiros da Rota Vicentina, nomeadamente a Naturarte Campo, onde recordam com entusiasmo os passeios a cavalo. Referem também a Herdade do Touril, Herdade da Matinha, Casa da Seiceira, Aldeia da Pedralva e o Memmo Baleeira Hotel.

Propõem igualmente os restaurantes O Sacas, O Tarro, Porto das Barcas e Restaurante da Praia. E por fim, mencionam um conjunto de actividades, como a canoagem no rio Mia organizado pela Ecotrails, assim como o Four Winds e o Algarve Adventure como boas apostas para o turismo activo. Carmen Rolle também não disfarçou o seu entusiasmo ao conseguir “cavalagar as ondas” em poucos dias, com a Surf Seixe Academy.

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