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Núcleo de São Luís

23

Troviscais e Mira

40 KM

Percurso difícil, exigente e variado, ideal para BTTistas ambiciosos! Tem como principais dificuldades uma subida de quase 5 km ao km 11, outra ao km 25 logo após a primeira visita ao rio Mira e, por fim, a mais dura, do km 30 ao 37 nas imediações de São Domingos, um dos pontos mais altos da rede. Inclui vários single tracksde nível técnico baixo com excepção da descida ao km 20 que, embora curta, justifica o nível técnico 3. Ao km 10 acompanha durante 1000 m a ribeira do Torgal por um pitoresco e refrescante caminho quase em single track. O percurso passa por quintinhas, montado e pastagens, num cenário rural que faz lembrar outros tempos, quando a agricultura alentejana fervilhava. Ao longo do caminho é provável que não encontre vivalma, pelo que se recomenda a presença de, pelo menos, mais um ciclista. Atravessa o Bairro Azul, e passa na Cova da Zorra, Zambujeira, Castelão, Troviscais, Carrasqueira e Vale Bejinha.

Ficha Técnica

Grau de Dificuldade: Difícil

Tipo de Percurso: Circuito no sentido horário

Extensão: 40 km

Duração: 1h45 a 2h45

Marcado no Terreno: Sim

Desnível Acumulado: 725 m

Altitude Máxima: 236 m
Altitude Mínima: 1 m

Nível Técnico: 3 (5)

Nível Físico: 3.5 (5)

Época Aconselhada: Todo o ano evitando temperaturas acima dos 30º

Dicas

Aproveite para fazer uma pequena paragem por volta do km 25, na primeira visita ao rio Mira, na Casa Branca, antigo e importante porto fluvial.

Ao km 37, se ainda tiver forças, faça um desvio de 750m à direita (sobe 85 m) até ao cimo do Cerro de São Domingos onde houve em tempos uma ermida e de onde poderá usufruir de uma vista magnífica sobre a serra de Monchique, Vila Nova de Milfontes, Porto Covo, Sines e acompanhar parte do serpentear do rio Mira por montes e vales até à sua foz.

Pontos de apoio:

Km   3 – Cova da Zorra (ponto de água)

Km 15 – Castelão

Km 19 – Troviscais

Km 24 – Carrasqueira (proximidade)

Km 32 – Vale Bejinha

Avisos Importantes

O trajecto percorre e atravessa algumas ruas do centro de São Luís, atravessa duas vezes a N120, segue por vezes por pequenas estradas e estradões podendo encontrar alguma circulação automóvel.

Uma parte do percurso é coincidente com o Caminho Histórico (GR11) e alguns Percursos Circulares, todos da Rota Vicentina, pelo que é muito provável o encontro com caminhantes.

Pode haver a necessidade de abrir cancelas de protecção de gado. Feche-as após passagem.

Após chuvas intensas alguns caminhos podem estar alagados ou muito enlameados, exigindo prudência.

Percursos comuns

Percursos de ligação

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